Español - Cuando pensamos en un icono de la moda el nombre Coco Chanel es el primero que surge, no sin razón. Coco provocó una auténtica revolución en la forma de vestir, tanto en su época como en otras posteriores a través de su marca de la cual Karl Lagerfeld, otro maestro aún vivo, es responsable de la dirección creativa.
Sin embargo, otro gran nombre que a menudo es irrelevante para muchos de los interesados en el mundo de la moda, es la diseñadora de moda italiana Elsa Schiaparelli. Elsa tenía a Coco como su mayor rival mientras estuvo en activo, especialmente entre las dos guerras mundiales. Desafortunadamente y por no adaptarse a los cambios en la moda después de la Segunda Guerra Mundial su negocio tuvo que cerrar sus puertas en diciembre de 1954, el mismo año que su gran rival, Coco Chanel volvió al negocio.
Sin embargo, otro gran nombre que a menudo es irrelevante para muchos de los interesados en el mundo de la moda, es la diseñadora de moda italiana Elsa Schiaparelli. Elsa tenía a Coco como su mayor rival mientras estuvo en activo, especialmente entre las dos guerras mundiales. Desafortunadamente y por no adaptarse a los cambios en la moda después de la Segunda Guerra Mundial su negocio tuvo que cerrar sus puertas en diciembre de 1954, el mismo año que su gran rival, Coco Chanel volvió al negocio.
Aunque no consiguió mantenerse en el mercado, Elsa con sus 64 años, escribió su biografía y luego se dedicó a vivir una confortable jubilación entre su apartamento de París y una casa en Túnez. Murió 13 de noviembre 1973.
Su madre era una aristócrata napolitana y su padre, un renombrado estudioso y restaurador de manuscritos medievales, además de Decano de la Universidad de Roma. Ambos gozaban de muy buena posición económica y social, lo que permitió a Elsa llevar una vida distinguida y sofisticada. Ella siempre dijo sin embargo, que el lujo era algo sofocante desde el punto de vista artístico y creativo. Schiaparelli se trasladó a Nueva York y más tarde a París, donde combinó su amor por el arte y el diseño para convertirse en un estilista del Surrealismo.Las primeras cremalleras de color salieron de las manos de la italiana, que aparecieron en su ropa deportiva por primera vez en 1930 y cinco años más tarde, en sus vestidos de noche. En su elaboración utilizaba tintes en las cremalleras para así conseguir el color del material utilizado en la prenda.
Debido al fracaso del negocio el nombre Schiaparelli no es tan recordado como Chanel, sin embargo en 1934 la revista Time había puso a Chanel en la segunda división de la moda, mientras que Schiaparelli se sitúaba por delante de todos. En una parte del artículo se decía que Elsa era la única a quien la palabra "genio" podría aplicarse en la mayoría de los casos.
A pesar de ser Chanel la influencia más dominante en la moda de la época, millones de mujeres que habían oído hablar de Schiaparelli se vestian orgullosamente con sus creaciones. El legado de Elsa fué llevar la moda a la jovialidad. Le encantaba jugar con los colores, formas y texturas, y abrazó también nuevas tecnologías y materiales de la época, como el acrílico y el celofán, incluso, se atrevió a utilizar materiales sintéticos para la alta costura.De todos modos, si ella se hubiera adaptado a las condiciones necesarias y el negocio hubiera prosperado, se hace difícil imaginar que Coco Chanel hubiese sido olvidada, invirtiendo los papeles. Es algo para pensar, y seguramente la diseñadora italiana forma parte de uno de los pilares que forman parte del comienzo de la alta costura.

Português - Quando lembramos de um ícone da moda feminino Coco Chanel é o primeiro nome que surge, nao é sem motivo, Coco fez uma revoluçao na forma de vestir, tanto em sua época, quanto nos dias de hoje, através de sua marca, onde Karl Lagerfeld, outro mestre que ainda está vivo, é o responsável pela direçao criativa.
No entanto outro grande nome que acaba muitas vezes caindo no esquecimento, e se tornando irrelevante para os interessados em estudam o universo da alta costura, é a estilista italiana Elsa Schiaparelli. Elsa teve Coco como sua maior rival enquanto esteve em atividade, principalmente entre as duas guerras mundiais. Infelismente por não se adaptar às mudanças na moda após a Segunda Guerra Mundial e negócio fechou as portas em Dezembro de 1954, mesmo ano em que seu grande rival Chanel voltou para o negócio.
Embora nao tivesse se mantido no mercado Elsa, com seus 64 anos, escreveu sua autobiografia e em seguida foi viver uma aposentadoria confortável entre seu apartamento em Paris e uma casa na Tunísia, falecendo em 13 de Novembro de 1973.
Sua mãe era uma aristocrata napolitano e seu pai, um renomado estudioso e curador de manuscritos medievais, além de reitor da Universidade de Roma. Por seus pais serem muito ricos Elsa sempre levou uma vida sofisticada como consequencia. Ela no entanto sempre dizia que tanto luxo era sufocante do ponto de vista artistico e criativo. Schiaparelli mudou-se para Nova Iorque e depois para Paris, onde combinou o seu amor pela arte e design para se tornar um estilista surrealista.

Os primeiros zíperes coloridos partiram das maos da italiana, aparecendo primeiro em seu sportswear em 1930 e mais uma vez cinco anos depois, em seus vestidos de noite, além de ser mais uma vez a primeira a tingi-los para que combinassem com o material usado em sua confecção.
Devido ao fracasso nos negócios o nome de Schiaparelli não é lembrado como é o caso de Chanel, no etanto em 1934 a revista Time havia colocado Coco na segunda divisão da moda, enquanto Schiaparelli estava à frente de todos. Um trecho do artigo dedicado à Elsa dizia que Elsa era a única a quem a palavra "gênio" poderia ser aplicada na maioria das vezes.
Apesar de Chanel ser a influência mais dominante na moda na época, milhoes de meninas que tinham ouvido falar de Schiaparelli foram orgulhosamente vestindo seus modelos. O legado de Elsa foi levar a moda à jovialidade. Ela adorava brincar com cores, formas e texturas, e além disso abraçou as novas tecnologias e materiais da época, como o acrílico e até papel celofane, sem deixar de lado que foi a primeira a utilizar materiais sintéticos na alta costura.
Enfim, será que se ela tivesse se adaptado quando foi realmente necessário, o ícone Chanel nao estaria no esquecimento, invertendo assim os papéis, ou quem sabe em um segundo plano? É algo pra se pensar, e com toda a certeza a estilista italiana é um dos pilares que fazem parte do início da alta costura.
Mais informações sobre Elsa Schiaparelli:
Link 1 - Link 2 - Link 3 - Link 4 - Link 5
No entanto outro grande nome que acaba muitas vezes caindo no esquecimento, e se tornando irrelevante para os interessados em estudam o universo da alta costura, é a estilista italiana Elsa Schiaparelli. Elsa teve Coco como sua maior rival enquanto esteve em atividade, principalmente entre as duas guerras mundiais. Infelismente por não se adaptar às mudanças na moda após a Segunda Guerra Mundial e negócio fechou as portas em Dezembro de 1954, mesmo ano em que seu grande rival Chanel voltou para o negócio.
Embora nao tivesse se mantido no mercado Elsa, com seus 64 anos, escreveu sua autobiografia e em seguida foi viver uma aposentadoria confortável entre seu apartamento em Paris e uma casa na Tunísia, falecendo em 13 de Novembro de 1973.
Sua mãe era uma aristocrata napolitano e seu pai, um renomado estudioso e curador de manuscritos medievais, além de reitor da Universidade de Roma. Por seus pais serem muito ricos Elsa sempre levou uma vida sofisticada como consequencia. Ela no entanto sempre dizia que tanto luxo era sufocante do ponto de vista artistico e criativo. Schiaparelli mudou-se para Nova Iorque e depois para Paris, onde combinou o seu amor pela arte e design para se tornar um estilista surrealista.

Os primeiros zíperes coloridos partiram das maos da italiana, aparecendo primeiro em seu sportswear em 1930 e mais uma vez cinco anos depois, em seus vestidos de noite, além de ser mais uma vez a primeira a tingi-los para que combinassem com o material usado em sua confecção.
Devido ao fracasso nos negócios o nome de Schiaparelli não é lembrado como é o caso de Chanel, no etanto em 1934 a revista Time havia colocado Coco na segunda divisão da moda, enquanto Schiaparelli estava à frente de todos. Um trecho do artigo dedicado à Elsa dizia que Elsa era a única a quem a palavra "gênio" poderia ser aplicada na maioria das vezes.
Apesar de Chanel ser a influência mais dominante na moda na época, milhoes de meninas que tinham ouvido falar de Schiaparelli foram orgulhosamente vestindo seus modelos. O legado de Elsa foi levar a moda à jovialidade. Ela adorava brincar com cores, formas e texturas, e além disso abraçou as novas tecnologias e materiais da época, como o acrílico e até papel celofane, sem deixar de lado que foi a primeira a utilizar materiais sintéticos na alta costura.
Enfim, será que se ela tivesse se adaptado quando foi realmente necessário, o ícone Chanel nao estaria no esquecimento, invertendo assim os papéis, ou quem sabe em um segundo plano? É algo pra se pensar, e com toda a certeza a estilista italiana é um dos pilares que fazem parte do início da alta costura.
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