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Life Behavior ║ por Roberto Sena: El concepto "flag ship" y algunas tiendas pioneras / O conceito "flag ship" e algumas lojas pioneiras

1.4.11

El concepto "flag ship" y algunas tiendas pioneras / O conceito "flag ship" e algumas lojas pioneiras

Español - No recuerdo cuando escuché por primer vez el término, pero yo confieso que no hace mucho tiempo. Su nombre es flag ship. Aunque algunos dicen que el concepto de flag ship nació en los Estados Unidos, todo lo que leo a respecho del tema cita Europa.

El concepto nació en los años 90, debido a la necesidad de grandes atacados, con la inteción de vender sus productos en departamentos distintos, pasando a exponer todo en un solo lugar, vendendo no solo productos pero también un estilo de vida. Una de las primeras tiendas que ha implementado este nuevo método de ventas fue de 10 Corso Como, en Milán, Italia.

En un período muy corto de tiempo también lo utilizó Colette, en París, seguido por el Quartier 206, en Berlín. Frente a los excelentes resultados, era sólo cuestión de tiempo para que otros grandes nombres también abrieran sus tiendas, siguiendo el concepto.

Tuve el placer de conocer a algunas tiendas que han aplicado este concepto innovador, tanto en Brasil como en España, donde yo vivo. Mientras trabajaba como blogger de tecnología, fui varias veces a la tienda de Nokia en São Paulo, incluso estuve presente en el día de su inauguración.

En España, mas precisamente en Madrid, conocí recientemente el flag ship de Adolfo Domínguez, un edificio lleno de nuevas experiencias que vale la pena la visita, y aprovechar para comprar.

Otras cuatro tiendas que siguen el concepto y qué se han destacado son las dos tiendas de Levi's (una en Londres y la segunda en San Francisco), que se convierten en discotecas por la noche. El tercer ejemplo es Niketown, donde se gastó cuatro años solamente para inaugurar la tienda de Nueva York. El cuarto y último ejemplo de una tienda de renombre mundial, es la Apple Store, con la entrada en forma de cubo de cristal, situado en el corazón de Nueva York.

Es evidente que los escaparates ya no son los mismos, y cómo todo el proceso de evolución, termina extendiendose por todas partes, y por lo tanto la transformación de la imagen de marca y su producto. Es como las redes sociales, es decir, no hace mucho tiempo algunos profesionales pensaban que era sólo una tendencia, y que pronto pasaría, pero vemos actualmente que todos buscan su lugar en el mundo digital, peleando por una porción de un mercado que sigue creciendo. ¡Al flag ship le pasa lo mismo!

Fotos: Roberto Sena


Português - Não me lembro quando ouvi o termo pela primeira vez, mas confesso que não faz muito tempo. Seu nome é flag ship. Embora alguns digam que o conceito de flag ship tenha nascido nos Estados Unidos, tudo o que leio em relação ao tema cita a Europa.

O conceito nasceu no final dos anos 90, devido à necessidade de grandes atacados, em deixar de vender seus produtos em departamentos separados, passando a expor todos em um único espaço, vendendo com seus produtos um estilo de vida. Uma das lojas primeiras que implantou esse novo método de vendas foi a 10 Corso Como, em Milão, Itália.

Em um prazo muito curto de tempo veio a Colette, em Paris, seguida da Quartier 206, em Berlim. Diante de excelentes resultados, foi só questão de tempo para que outros grandes nomes abrissem sua loja seguindo o conceito de flag ship.

Tive o prazer de conhecer algumas lojas que aplicaram esse conceito inovador, tanto no Brasil, quanto na Espanha, onde vivo. Quando ainda trabalhava como blogueiro de tecnologia, fui diversas vezes à loja da Nokia, em São Paulo, inclusive estive presente também no dia de sua inauguração.

A origem do nome vem de capitânia, o navio onde se encontra o comandante de uma força naval. Em outras palavras, adaptando ao mercado, é a loja líder, ou seja, um exemplo a ser seguido pelos demais pontos de venda.

Em território espanhol, mas precisamente em Madri, conheci recentemente a flag ship da Adolfo Domínguez, um edifício repleto de novas experiências que vale a pena a visita, e se tiver dinheiro, aproveitar pra fazer compras.

Outras quatro lojas que seguem o conceito ao pé da letra, e são destaques, são as duas lojas da Levi’s (uma em Londres e a outra em São Francisco), que podem ser transformadas em discotecas à noite. O terceiro exemplo é a Niketown, onde foram gastos quatro anos somente na loja de Nova Iorque. O quarto e último exemplo de loja que ganhou fama mundial é a Apple Store com entrada em formato de cubo de vidro, localizada no coração de Nova Iorque.

Está claro que as vitrines já não são mais as mesmas, e como em todo o processo de evolução, isso acaba se espalhando por todos os lados, tendo como conseqüência a transformação da imagem da marca e de seu produto. É como as redes sociais, ou seja, há pouco tempo atrás muitos acreditavam que era só uma tendência, e que em breve passaria, no entanto veja só nos dias de hoje, todos buscando seu espaço no mundo digital, lutando por uma fatia de um mercado que não para de crescer. O flag ship é o mesmo!