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Life Behavior: ESPECIAL: Marrakesh (parte 2)

4.11.11

ESPECIAL: Marrakesh (parte 2)


Español - Continuando con el tema 'Marruecos', acabo de leer en algunos medios de comunicación especializados que la ciudad de Casablanca acaba de ganar un gran centro comercial llamado Marruecos Mall, dedicado exclusivamente a tiendas de artículos de lujo. Esto nos hace refrescar la memoria que sea donde sea, incluso en los lugares más pobres del mundo, siempre hay un grupo selecto de la sociedad que tiene "hambre de glamour", y eso no va a ser diferente en Marruecos, un país donde dos mundos coexisten en un mismo territorio (pero no en el mismo espacio).

Aunque el árabe marroquí, una variante de la lengua árabe, es la lengua más común, el francés es ampliamente utilizado en los textos oficiales del gobierno, empresas, y es prácticamente una segunda lengua, aunque no sea considerado algo oficial. Sin embargo quien habla inglés o español, no tendrá muchas dificultades en aventurarse.


En uno de los días aprovechamos la oportunidad para acercarnos un poco más de algunas personas que viven allí, y después de aceptarmos hacer una visita a una tienda de productos de cuero y sus derivados, finalmente, nos llevaron a un lugar que asusta (...aún nos asustaba 30 minutos después), una especie de línea de producción clandestina de alfombras, un lugar en que muchos turistas aún desconocen.

En un espacio abierto habían muchos tanques, donde el fuerte olor de los productos químicos nos hacían tener ganas de vomitar. Al llegar a la entrada del local nos "regalaron" con unas ramas de menta, y la instrucción era para que la mantuviera cerca de la nariz todo el tiempo de la visita. Fomos testigos de situaciones de trabajo considerados subhumanos. Nuestro "guía", confesó que muchas de las personas que trabajaban allí estaban gravemente enfermos debido a la alta concentración de amoniaco, por no hablar de otros productos.


Después de una "experiencia única" (¡no se lo repito jamás!) viene el golpe. Ya aviso a todos los "inocentes": ¡Ellos quieren cobrar por todo! Saliendo de este infierno de instalación, llegamos a uno de los momentos más tensos. Nuestra guía nos dijo que la visita tenía su precio, y claro, comentamos que nadie nos habían advertido, pero poco importa para ellos. Lo que no esperaban es que hablaba con dos locos (no he encontrado otra palabra más apropiada), y antes que continuara con el tema dijimos un fuerte y claro "NO", y a partir de allí la historia empezó a tomar otro rumbo. O sea, que no están acostumbrados a los turistas que se niegan a hacer esto y como estábamos muy lejos de las zonas turísticas intentaron de todas las formas usar la intimición como arma, y cuando nos dimos cuenta de ya habian muchos al nuestro alrededor. Por lo tanto intenté no caer en la tentación de la frase: "¿Qué estás buscando? ¡Yo sé donde está! "

No quiero hablar solamente del lado oscuro, pero siempre es bueno saber un poco más a través de las experiencias de otros. Aparte de estos detalles, podemos disfrutar de muchas de maravillas que nos ofrece Marrakech, y nuestra prueba de que esto es verdad será nuestra regreso muy breve a su comercio variado, colorido, exótico y apaisonante, y, por supuesto, la gastronomía y sabor inolvidable, pero de estes asuntos de comida dejaré que Juliana hable, y pronto publicará sus experiencias culinarias en el blog.



Português - Continuando com o tema ‘Marrocos’, acabo de ler em alguns meios especializados que a cidade de Casablanca acaba de ganhar um enorme centro comercial chamado Marocco Mall, dedicado especialmente às lojas de produtos luxuosos. Isso nos faz refrescar a memória de que seja onde for, mesmo no lugar mais pobre do mundo, sempre existe um seleto grupo da sociedade que está sedenta por glamour, e isso não ia ser diferente em Marrocos, um país onde dois mundos convivem em um mesmo território (mas não em um mesmo espaço).

Embora o árabe marroquino, uma variante da língua árabe, seja o idioma nativo mais comum, o francês é amplamente utilizado em textos oficiais do governo, muitas empresas, além de ser praticamente sua segunda língua, ainda que não seja algo oficial. No entanto quem fala inglês, e até mesmo espanhol não terá muitas dificuldades em aventurar-se.

Em um dos dias em que estivemos aproveitamos para nos aproximar um pouco mais de algumas pessoas que vivem aí, e depois de aceitarmos fazer uma visita a uma loja de produtos de couro e derivados enfim nos levaram a um lugar que assusta (mesmo já estando ai por longos 30 minutos), se trata de uma espécie de linha de produção clandestina de tapetes, lugar que muitos turistas desconhecem.

Em um espaço a céu aberto estavam construídos muitos tanques onde os fortes olores de produtos químicos faziam com que a vontade de vomitar fosse extrema, e logo ao chegar fomos “presenteados” com um ramo de ervas, e a instrução era mante-las próximas ao nariz todo o tempo da visita. Fomos testemunhas de situações de trabalho consideradas subumanas. O nosso “guia” confessou que muitas das pessoas que trabalhavam ali estavam seriamente doentes, devido à alta concentração de amoníaco que ingerem constantemente, sem mencionar outros produtos.


Depois de uma “experiência única” (única mesmo, porque não repito!) vem o golpe. Já vou alertando a todos os desavisados: eles querem cobrar tudo! Saindo desse inferno de instalação, chegamos a um dos momentos mais tensos. Logo em seguida nosso possível guia comentou que a visita tinha seu preço, nós do outro lado do muro dissemos que não tinham nos avisado, no entanto pra eles pouco importa. O que não esperavam é que estavam diante de dois loucos (não encontrei outra palavra mais apropriada), e antes que continuasse com esse assunto dissemos um “NÃO” muito claro, e apartir daí a coisa começou a ganhar outro panorama. Eles não estão acostumados com turistas que recusam fazer isso e como estávamos longe das zonas turísticas tentaram nos intimidar, e quando notamos já eram muitos nos rodeando. Por tanto não caia na tentação da frase: “O que está buscando? Sei onde está!”.

Também não quero abordar somente o lado negro, mas é sempre bom conhecer um pouco mais através das experiências de outros. À parte desses detalhes conseguimos desfrutar de muitos dos muitos lados encantadores que possui Marrakesh, e prova disso será nosso retorno muito breve ao seu variado, colorido, exótico e apaixonante comercio, e claro, uma gastronomia de sabores inesquecíveis, mas esse assunto de comida deixarei com a Juliana, que em breve publicará suas experiências gastronômicas por aqui.