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Life Behavior: ¿Somos todos victimas de la moda? │ Somos todos vítimas da moda?

13.1.13

¿Somos todos victimas de la moda? │ Somos todos vítimas da moda?

Víctimas de la moda

Español - Si vives en España como yo, ya sabes que en las próximas semanas las tradicionales rebajas serán el tema principal entre los amantes de la moda. Gigantes como H&M, Zara, Mango y Blanco son las principales tiendas  de los que buscan renovar su armario, e incluso las firmas de lujo como Loewe también desean conquistar parte de este público que ahorra todo el año para ir de compras en estas épocas.

Es justo en estas fechas que las marcas low-cost logran aún más ingresos, y una de las razones para que esto ocurra es la fabricación a gran escala, lo que permite bajar los precios a cifras casi pornográficas, sin embargo, lo que mucha gente sabe - pero no quieren ver - es que para lograr precios tan atractivos estas mismas marcas usan otras "estrategias de marketing" poco éticas.

También es cierto que en muchos casos no somos conscientes de los peligros que existen detrás de la compra de un producto que se vende en las tiendas de las grandes cadenas.

Siempre estoy en busca de información que pueda mostrar la otra cara que muchos están dispuestos a olvidar (tanto por parte de algunos consumidores) y/o ocultar (por parte de las marcas y están envoluncradas en el proceso de producción), y les aconsejo a vean el documental 'Victimas de la Moda', exitazo en la cadena La 2.

Luego en el inicio del documental la história de Rita Lemoine, una consumidora francesa que después de comprar un zapato en una de las tiendas de la cadena Yellow Mellow, fue víctima de una reacción alérgica, causando muchisima irritación de piel, la segunda vez que usó el calzado sus pies se incharon. Rita intentó buscar ayuda en un hospital, y ahí descubrió que la causa de tantos problemas se deben a una sustancia química llamada Dimetilfumarato, prohibido en toda la Unión Europea. Vale la pena recordar que Rita es sólo una de cientos de mujeres francesas que buscan ayuda médica cada año debido al mismo problema.

Ya sabemos que para lograr altos márgenes de beneficio todos los gigantes del low-cost buscan fabricar sus productos en lugares donde el proceso de fabricación sea más barato, y también sabemos que si eso sucede, el nivel de calidad muchas veces no es el deseado por los consumidores. Países como India y Marruecos son algunos de los mayores proveedores de prendas y calzados, así como China, que en pocos años se convirtió en el líder del mercado, cuando el asunto es fabricación

Los efectos secundarios también crecen en la misma proporción de las ganancias de estas empresas, y una de esas consecuencias negativas es la alta contaminación de los trabajadores debido a las mercancias tóxicas procedentes principalmente de Asia. El problema no se limita sólo a los zapatos, la industria del vestido también está siendo afectada. Un buen ejemplo es el caso de H&M, que distribuye los productos contaminados desde su almacén central, donde se desempaquetan, se etiquetan y distribuen para todas sus tiendas.

Aproximadamente el 70% de los empleados del almacén del gigante sueco presentaron algún tipo de contaminación, sólo por mantener el simple contacto con los productos. Es decir, aunque muchos consumidores creen que los problemas en el proceso de fabricación no les pueden afectar, los hechos demuestran que la historia sigue por un camino más drástico. Aunque el documental haya sido producido desde hace algunos años, y muchas compañías - como es el caso de H&M - han anunciado cambios en su proceso de producción, le recomiendo que echen un buen vistazo, y sobre todo que reflexionem. Mucha cosa sigue practicamente igual.



Português - Se você vive na Espanha como eu, sabe que nessas próximas semanas as tradicionais 'rebajas' (liquidação com descontos de até 80%) será o principal assunto entre os fashionistas. Gigantes como H&M, Zara, Mango e Blanco são os principais alvos das pessoas que buscam renovar seu armário, e até mesmo firmas de luxo como Loewe querem sua fatia desse público que muitas vezes economiza todo o ano para ir de compras em janeiro.

É nessa época que as marcas de low-cost ganham ainda mais destaque, e um dos motivos para que isso aconteça é a fabricação em larga escala, possibilitando baixar os preços a cifras quase pornográficas, no entanto, o que muita gente sabe - mas não quer ver - é que para alcançar preços tão atrativos, essas mesmas marcas utilizam outras "estratégias mercadológicas" sujas.

Também é verdade que em muitos casos não somos conscientes dos perigos que existem por trás da aquisição de um produto vendido em grandes lojas.

Sempre estou buscando informações que possam mostrar o outro lado que muitos fazem questão de esquecer (por parte do consumidor) e ocultar (por parte das marcas e envolvidos no processo de produção), e embora esteja em espanhol, aconselho a todos que vejam o documentário 'Vitimas da Moda', exibido já há algum tempo pela emissora espanhola La 2.

Logo no inicio do documentário conhecemos o caso da consumidora francesa Rita Lemoine, que após comprar um calçado em uma das lojas da rede Mellow Yellow, e usa-lo, foi vitima de uma reação alérgica, causando muita irritação, na segunda vez que usou o mesmo calçado seus pés incharam. Rita tratou de buscar ajuda em um hospital, e ai descobriram que o motivo de tantos problemas era devido a uma substancia química chamada Dimetilfumarato, proibido em toda União Europeia. Vale recordar que Rita é apenas uma das centenas de mulheres francesas que buscam ajuda medica todos os anos devido ao mesmo problema.

Já sabemos que para alcançar altas margens de lucro todas as gigantes do low-cost buscam fabricar seus produtos em lugares onde o processo de fabricação seja o mais barato possível, e também já sabemos que se isso acontece, o nível de qualidade não será o esperado. Países como Índia e Marrocos são alguns dos maiores fornecedores de vestuário e calçados, além da China, que em poucos anos se converteu em líder de mercado, quando o assunto é fabricação.

Os efeitos colaterais também crescem na mesma proporção dos lucros dessas empresas, e uma dessas graves consequências negativas é a contaminação de empregados devido a mercadorias toxicas vindas principalmente da Ásia. O problema não está restrito somente aos calçados, o setor de vestuário também está sendo afetado. Um bom exemplo é o caso da H&M, que distribui produtos contaminados desde seu armazém central, de onde são desembaladas, etiquetadas e distribuídas tudo o que vende se vende em suas lojas.

Aproximadamente 70% dos empregados do armazém da gigante sueca mostravam sintomas de algum tipo de contaminação, só por manter contato com os produtos. Enfim, embora muitos consumidores acreditem que os problemas no processo de fabricação não podem lhe causar nenhum problema, os fatos mostram que a história segue por um caminho mais drástico. Embora o documentário já tenha sido produzido há alguns anos, e muitas empresas - como é o caso da própria H&M - tenham anunciado mudanças em seu processo de produção, recomendo que assistam com atenção, e, sobretudo, que reflexionem. Muita coisa segue igual.