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Life Behavior: El precio del low cost ║ O preço do low cost

18.9.14

El precio del low cost ║ O preço do low cost

fashion

Español - En estas últimas semanas algunos de los principales medios de comunicación del mundo dieron espacio para que Shannon Whitehead hablase sobre el universo oscuro de la industria low-cost. Shannon es fundadora de un programa impulsor de diseñadores y fabricantes "Made in USA" llamado Factory45, y aprovecho para invitarlos a conocer este programa más a fondo a través de la página web oficial.

Bueno, presentaciones a parte, en el texto publicado por diferentes medios, Shannon revela las cinco verdades que la industria de la moda low cost quiere que no sepamos. Antes de compartir con vosotros esta preciosa información es bueno recordar que últimamente la industria de la moda viene recibiendo muchas críticas, una de las más recientes es la polémica involucrando a H&M, tema que ya abordé aquí anteriormente.

La primera verdad que revela Shannon es algo que muchos de nosotros ya lo sabemos, pero hacemos como que no eso no fuera verdad: la industria de la moda está diseñada para hacernos sentir que después de una semana, ya estamos obsoletos. En un mundo no tan distante habían dos temporadas: primavera/verano y otoño/invierno. Actualmente encontramos hasta 52 microtemporadas al año. El objetivo con esto está claro: hacer con que el consumidor compre la máxima cantidad de ropa posible, generando un consumo irresponsable imposible de ser controlado. Un buen ejemplo de este exceso de colecciones es Zara, que envía nuevas colecciones dos veces por semana a sus tiendas.

Otra gran verdad es la de que los descuentos no son de verdad descuentos. ¿Quién no tiene un amigo modernito que le encanta ir a un outle de ropas de marca? ¿Puede ser hasta tu mismo, verdad? Muchos de nosotros ya hicimos esto y salimos de la tienda creyendo que acabamos de adquirir algo por una pequeña fracción de lo que realmente cuesta el producto. Pocas personas saben que la ropa vendida en outlets nunca pasa por almacenes "normales", y muchas marcas producen estas piezas en una fábrica totalmente diferente de ropa vendida en sus tiendas. En realidad el outlet negocia con los diseñadores para poder colocar sus etiquetas en ropa barata manufacturada en sus propias fábricas. Una prueba de que esto ocurre realmente fue el caso de Jezebel que fue desenmascarada en un artículo publicado en la web, donde se confirma que grandes marcas como J.Crew, Gap y Saks no venden ropa en liquidación en sus outlets.

La tercera verdad compromete y mucho la salud de quien utiliza estas ropas, y claro, de quien está por detrás de la linea de producción: existe plomo y otras sustancias químicas nocivas en su ropa. Segundo el Centro de Saúde Ambiental, mas como Charlotte Russe, Wet Seal, Forever21 y otras gigantes de la industria de la moda siguen vendiendo cinturones, carteras y zapatos con una mayor cantidad de plomo de lo que la ley permite. Para quien no lo sabe, sustancias como el plomo aumentan los riesgos de sufrir un ataque del corazón, derrames cerebrales, además de una docena de otras complicaciones.

¿Quien nunca fue a una red low cost y compró algo que durase solamente un par de semanas? Claro que esto no se aplica a todos los productos, pero infelizmente esto ocurre con la gran mayoría de lo que encontramos a la venta. La ropa está diseñada para romper con facilidad. Esta es una afirmación que puede ser fácilmente comprobada. Por este motivo, los americanos tiran a la basura 30 quilos de ropa al año. Por favor, no confundan estos número con donaciones. Este increíble volumen va directamente a los vertedores.

La quinta y última verdad seguramente es la más dolorosa de todas: las piezas con pequeños detalles,  como las lantejuelas, son un indicador de que existe trabajo infantil involucrado en el proceso de fabricación. Se estima que entre 20% y el 60% de la producción de ropas está confeccionada en la casa de los propios trabajadores, por lo memos es lo que afirma la escritora Lucy Siegle, a través del libro llamado “To Die For: Is Fashion Wearing Out the World?”.. Aunque existan máquinas que puedan hacer este trabajo, es muy poco probable que dichas fábricas hagan tal inversión, y esto ya fue comprobado a través de varias auditorias hechas en algunas fábricas. ¿Y vosotros, que pensáis sobre esto?

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Nessas últimas semanas alguns dos principais meios de comunicação do mundo deram espaço para que Shannon Whitehead falasse sobre o universo escuro da indústria low cost. Shannon é fundadora de um programa impulsor de estilistas e fabricantes ‘Made in USA’ chamado Factory45, e aproveito para convida-los a conhecer esse programa mais a fundo através do site oficial.

Bom, apresentações a parte, no texto publicado por vários meios, Shannon revela as cinco verdades que a indústria da moda low cost quer que não saibamos. Antes de compartilhar com vocês essa preciosa informação é bom recordar que ultimamente a indústria da moda vem recebendo muitas críticas, uma das mais recentes é a polemica envolvendo a H&M, assunto que já abordei aqui anteriormente.

A primeira verdade que revela Shannon é algo que muitos de nós já sabemos, mas fazemos questão de fingir que não é verdade: a indústria da moda está desenhada para fazermos sentir que depois de uma semana, já estamos defasados. Em um mundo não tão distante haviam duas temporadas: primavera/verão e outono/inverno. Atualmente encontramos até 52 microtemporadas ao ano. O objetivo com isso está claro: fazer com que o consumidor compre a máxima quantidade de roupa possivel, gerando um consumo irresponsável impossível de ser controlado. Um bom exemplo desse excesso de coleções é a Zara, que envia novas coleções duas vezes por semana às suas lojas.

Outra grande verdade é de que os descontos não são de verdade descontos. Quem não tem um amigo moderninho que adora ir a um outlet de marcas de grife? Pode até ser você mesmo, verdade? Muitos de nós já fizemos isso e saímos da loja acreditando que acabamos de adquirir algo por uma pequena fração do que realmente custa tal produto. Poucas pessoas sabem que a roupa vendida em outlets nunca passa pelos armazéns “normais”, e muitas marcas produzem essas peças em uma fábrica totalmente diferente da roupa vendida em suas lojas. Em realidade o outlet negocia com os estilistas para poder colocar suas etiquetas na roupa barata manufaturada em suas próprias fábricas. Uma prova de que isso acontece realmente foi destapada em um artigo publicado na web Jezebel, onde se confirma que grandes marcas como J. Crew, Gap e Saks não vendem roupa em liquidação em seus outlets.

A terceira verdade compromete e muito a saúde de quem utiliza essas roupas, e claro, de quem está por trás da linha de produção: existe plomo e outras substancias químicas nocivas na sua roupa. Segundo o Centro de Saúde Ambiental, marcas como Charlotte Russe, Wet Seal, Forever21 e outras gigantes da indústria da moda seguem vendendo cintos, carteiras e sapatos com uma maior quantidade de plomo do que a lei permite. Para quem não sabe, substancias como o plomo aumentam os riscos de sofrer um ataque do coração, derrames celebrais, além de uma dezena de outras complicações.

Quem ai nunca foi à uma rede low cost e comprou algo que durasse somente algumas semanas? Claro que isso não se aplica a todos os produtos, mas infelizmente isso acontece com a esmagadora maioria do que encontramos à venda. A roupa está desenhada para se romper com facilidade. Essa é uma afirmação que pode ser facilmente comprovada. Devido a isso, os americanos jogam no lixo 30 quilos de roupa a cada ano. Por favor, não confundam esses números com doações! Esse incrível volume vai diretamente aos aterros.

A quinta e última verdade seguramente é a mais dolorosa de todas: as peças como pequenos detalhes, como lantejoulas, são um indicador de que existe trabalho infantil envolvido no processo de fabricação. Se estima que entre 20% e 60% da produção de roupas está confeccionada na casa dos próprios trabalhadores, pelo menos é o que afirma a escritora Lucy Siegle, através do seu livro chamado “To Die For: Is Fashion Wearing Out the World?”. Ainda que existam maquinas que podem fazer este trabalho, é muito pouco provável que tais fabricas façam tal investimento, e isso já foi comprovado através de várias auditorias feitas em algumas fábricas. E vocês, o que acham disso tudo?