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Life Behavior ║ por Roberto Sena: H&M intenta prohibir bloggers de hablar de lo que vieron en Camboya ║ H&M tenta proibir bloggers de falar sobre o que viram no Camboja

1.9.14

H&M intenta prohibir bloggers de hablar de lo que vieron en Camboya ║ H&M tenta proibir bloggers de falar sobre o que viram no Camboja

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Español - No solo de glamour vive la moda, por lo menos es así que muchas revistas y otros medios especializados quieren que pensemos. Pero  todavía sigo creyendo en otros medios que se atreven a enseñar lo que muchos no quieren hacer, sea por interés comercial o por la “amistad”.

Ni siempre podemos esconder todo, y en estos últimos días más una de estas historias secretas surgió a través de un “reality” creado por el periódico noruego Aftenposten llamdo “Sweat Shop”donde tres jóvenes blogueras viajan a Camboya para ver como son producidas las ropas que ellas usan a diario. 

Las blogueras estuvieran en el país asiático por el periodo de un mes, viviendo en las mismas condiciones de vida y trabajo que los trabajadores textiles locales. Ya podemos imaginar lo que viene en seguida, en fin, jóvenes llorando por todo lo que han presenciado.

El video acabó se tornando una manera más de enseñar al mundo las condiciones de trabajo deplorables que vive esta gente explorada por marcas como H&M, Tommy Hilfiger, Timberland, Marks&Spencer, Diesel, Gap, C&A, El Corte Inglés, Cortefiel e Inditex.

Entre estas marcas que he citado en el párrafo anterior, existe una que fue más allá, es el caso de H&M, que intentó mover cielos y tierras para censurar la exhibición del “reality”. Pero entre las blogueras estaba la joven Anniken Jørgensen, que com sus 17 años decidió emprender una campaña de denuncia sobre lo que vivió. Fue solo dar nombres a ciertas marcas como la gigante sueca, que empezó su calvario. El periódico que idealizó todo le prohibió de hablar públicamente sobre el tema, es más, dejó claro que no podría citar el nombre H&M.

Mismo con la presión de H&M, gracias al poder de las redes sociales y algunos blogs que se atrevieron a difundir la polémica, el asunto vino ganando cada vez más destaque, principalmente entre los medios de comunicación comprometidos con la transparencia en el universo de la moda. Y debido de tanta presión, H&M fue forzada a organizar un reunión en su sede en Estocolmo (Suecia) para hablar del tema.

“Es increíblemente frustrante que una importante cadena de ropa tenga tanto poder que pueda asustar y condicionar al periódico más importante de Noruega. No es de extrañar que el mundo esté así. Pensaba que en mi país había libertad de expresión. Me equivoqué.”, comenta Anniken.

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Português - Nem só de glamour vive a moda, pelo menos é assim que muitas revistas e outros meios especializados querem que pensemos. Mas ainda sigo acreditando em outros meios que se travem a mostrar o que muitos não querem fazer, seja por interesse comercial ou “amizade”.

Nem sempre podemos esconder tudo, e nesses últimos dias mais uma dessas histórias secretas vieram à tona através de um “reality” criado pelo jornal noruego Aftenposten chamado “Sweat Shop”, onde três jovens blogueiras viajam ao Camboja para ver como são produzidas as roupas que elas usam diariamente.

As blogueiras estiveram no país asiático pelo período de um mês, vivendo nas mesmas condições de vida e trabalho que os trabalhadores têxteis locais. Já podemos imaginar o que vem em seguida, enfim, jovens chorando por tudo o que presenciam.

O vídeo acabou se tornando mais uma maneira de mostrar ao mundo as condições de trabalho deploráveis que vive essa gente explorada por marcas como H&M, Tommy Hilfiger, Timberland, Marks&Spencer, Diesel, Gap, C&A, El Corte Inglés, Cortefiel e Inditex.

Entre essas marcas que citei no paragrafo anterior, existe uma que foi muito além, é o caso da H&M, que tentou mover céu e terra para censurar a exibição do “reality”. Mas entre as blogueiras estava a jovem Anniken Jørgensen, que com seus 17 anos decidiu empreender uma campanha de denuncia sobre o que viveu. Foi só dar nomes a certas marcas como a gigante sueca, que começou o seu calvário. O jornal que idealizou tudo lhe proibiu de falar publicamente sobre o assunto e ainda deixou claro que não poderia citar o nome H&M.

Mesmo com a pressão da H&M, graças ao poder das redes sociais e alguns blogs que se atreveram a difundir a polemica, o assunto vem ganhando cada vez mais destaque, principalmente entre meios de comunicação comprometidos com a transparência no universo da moda. E devido a tanta pressão, a H&M foi forcada a organizar uma reunião em sua sede em Estocolmo (Suécia) para falar do tema.

“É incrivelmente frustrante que uma grande rede de roupas tenha tanto poder que possa amedrontar e condicionar o jornal mais importante da Noruega. Não é à toa que o mundo esteja assim. Eu pensei que o meu país tinha a liberdade de expressão. Eu me equivoquei”, desabafou Anniken.